Why do I take a blade and slash my arms? Why do I drink myself into a stupor? Why do I swallow bottles of pills and end up in A&E having my stomach pumped? Am I seeking attention? Showing off? The pain of the cuts releases the mental pain of the memories, but the pain of healing lasts weeks. After every self-harming or overdosing incident I run the risk of being sectioned and returned to a psychiatric institution, a harrowing prospect I would not recommend to anyone.So, why do I do it? I don't. If I had power over the alters, I'd stop them. I don't have that power. When they are out, they're out. I experience blank spells and lose time, consciousness, dignity. If I, Alice Jamieson, wanted attention, I would have completed my PhD and started to climb the academic career ladder. Flaunting the label 'doctor' is more attention-grabbing that lying drained of hope in hospital with steri-strips up your arms and the vile taste of liquid charcoal absorbing the chemicals in your stomach. In most things we do, we anticipate some reward or payment. We study for status and to get better jobs; we work for money; our children are little mirrors of our social standing; the charity donation and trip to Oxfam make us feel good. Every kindness carries the potential gift of a responding kindness: you reap what you sow. There is no advantage in my harming myself; no reason for me to invent delusional memories of incest and ritual abuse. There is nothing to be gained in an A&E department.'m Alice: Nine Personalities, One Tortured Mind
Alice Jamieson
Well I want something to do, to create, to achieve, to whatever.... Something I can’t get enough of. You know something that I can't wait to get up in the morning to do something I can't get enough of, something that brings me joy and makes my heart sing. It could be anything, could be more than one thing but something that grabs me. Even a job, if it grabs me so that I could hardly wait to get there. Something that makes me feel good, allows me to be me, gives me freedom to grow and expand, something that grasps my heart, my joy, my excitement and leads me down the path to more joyful things, exciting challenges and challenging things. Barely stopping to take a breath I continued. Need a new journey a new destination, I want to grow to be or become, tread a new path, see what I haven't seen be what I haven't been ask what I haven't asked dare to what I haven't dared to . . . I don't even think it is so much a physical thing or mental it's just sort of un-learning some of what I learned It’s being happy, while I am happy but I want something to do that creates even more. (..)Doing it for the joy of doing it not for any other reason; also I want it from and un-edited creativity free flowing something… I have some things that seem very interesting and somehow just don’t feel right almost like I’m taking the wrong path and yet there are other things that I could be doing like writing but it seems that it does not feel good to sit and write but yet some part of me seems to love it and something in me hates it sort of like it could be the thing for me to do and yet it might not be.'a' Drunken Leprechaun: Finding Your Joy
Klaus Joehle
(Cont.. Página 46) O seu rosto negro, bonito, cintilava ali na minha frente. Fiquei boquiaberto, tentando pensar em alguma maneira de responder. Ficamos juntos, enlaçados daquela maneira durante alguns segundos; então o som da fábrica saltou num arranco, e alguma coisa começou a puxá-la para trás, afastando-a de mim. Um cordão em algum lugar que eu não via se havia prendido naquela saia vermelha florida e a puxava para trás. As unhas dela foram arranhando as minhas mãos e, tão logo ela desfez o contato comigo, seu rosto saiu novamente de foco, tornou-se suave e escorregadio como chocolate derretendo-se atrás daquela neblina de algodão que soprava. Ela riu e girou depressa, deixando que eu visse a perna amarela, quando a saia subiu. Lançou-me uma piscadela de olho por sobre o ombro enquanto corria para sua máquina, onde uma pilha de fibra deslizava da mesa para o chão; ela apanhou tudo e saiu correndo sem barulho pela fileira de máquinas para enfiar as fibra num funil de enchimento; depois, desapareceu no meu ângulo de visão virando num canto.(Página 47) Todos aqueles fusos bobinando e rodando, e lançadeiras saltando por todo lado, e carretéis fustigando o ar com fios, paredes caiadas e máquinas cinza-aço e moças com saias floridas saltitando para a frente e para trás e a coisa toda tecida como uma tela, com linhas brancas corrediças que prendiam a fábrica, mantendo-a unida - aquilo tudo me marcou e de vez em quando alguma coisa na enfermaria o traz de volta à minha mente Sim. Isto é o que sei.. A enfermaria é uma fábrica da Liga. Serve para reparar os enganos cometidos nas vizinhanças, nas escolas e nas igrejas, isso é o que o hospital é. Quando um produto acaba, volta para a sociedade lá fora - todo reparado e bom como se fosse novo, às vezes melhor do que se fosse novo, traz alegria ao coração da Chefona; algo que entrou deformado, todo diferente, agora é um componente em funcionamento e bem-ajustado, um crédito para todo esquema e uma maravilha para ser observado. Observe-o se esgueirando pela terra com um sorriso, encaixando-se em alguma vizinhançazinha, onde estão escavando valas agora mesmo, por toda a rua, para colocar encanamento para a água da cidade. Ele está contente com isso. Ele finalmente está ajustado ao meio-ambiente...'s Nest
Ken Kesey